Palavrões

31 01 2011

Olá você, pessoa normal que fala palavrão.

Mano do gueto aprova esse post e manda suas saudações

Apesar de bem modestas, tô bem satisfeito com as visualizações do blog. Última vez que olhei estavam 153. De onde veio esse tanto de  gente? Considerando o fato de que eu só divulgo essa bagaça no Twitter no meu subnick de MSN, tá até popular. (não)

Calma leitor, eu vou falar sim de palavrões, fica quietinho aí e espera eu começar, caralho.

O que é palavrão? (sim, todo mundo sabe, só fiz a retórica pra dar um suspense) Palavrão, em sua essência, é uma palavra feia usada pra ofender alguém e, ocasionalmente, seus familiares.

Porra, coitada da mãe do tal de Brutus

Vou logo falando isso: adolescente fala sim, (muito) palavrão. Por quê?  Porque nessa fase da vida, é um jeito fácil de se expressar e, infelizmente, muitos adolescentes burros não sabem xingar com categoria, como por exemplo, chamar o cara de resto de aborto de uma meretriz com poliesclerose tripla congênita, mesmo que o xingamento não tenha nexo/sentido nenhum. O adolescente burro comum simplesmente manda o moleque atazanando ele tomar no cu e volta a viver sua fase revoltada da vida.

Os palavrões podem ser divididos, de uma maneira crua, em duas categorias: os palavrões light, e os palavrões cabeludos.

Palavrões light são aqueles palavrões banalizados, que os nossos pais (quando distraídos) não xingam quando os dizemos. Foram inventados para xingar pequenas coisas do dia-a-dia e algumas pessoas, sem receber ódio mortal e inimizade eterna da mesma em troca. São ditos normalmente quando acontece alguma merda que acontece no dia-a-dia, como quando se morde a língua, chuta uma pedrinha ou tem um dedo decepado por um moedor de carne (it happens).

Palavrões cabeludos são aquelas palavras arquitetadas por mentes extremamente obscuras e ociosas. Esses daí foram feitos para baixar o nível completamente e são raramente usados entre amigos, usados somente para começar brigas ferrenhas com arqui-inimigos mortais ou ofender uma pessoa a ponto dela querer desaparecer/se matar. Esses geralmente são conhecidos como palavras “de fazer frade corar”.

Pensei aqui se devia postar exemplos, mas eu acho que você sabe do que eu tô falando, né?

 

Dercy Gonçalves, dada por muitos como a "compositora" do primeiro palavrão cabeludo

Pais, aceitem, de uma vez por todas: por mais que você xingue, seu filho VAI falar palavrão. Por acidente, pra te irritar, no meio dos amigos, com a namorada, jogando videogame, etc. Palavrão faz parte do vocabulário dos adolescentes (e constitui 50% do vocabulário de muitos manos) e vai continuar fazendo por um tempaço.

Mas felizmente (pros mais conservadores) nem todo jovem fala merda o tempo todo, porque apesar de sermos jovens revoltados e bocas sujas, alguns de nós prezamos a educação que nossos pais nos dão e não falamos palavrão perto dos nossos parentes idosos que não escutam de gente mais velha e autoridades.

Mas até mesmo as pessoas que repreendem fortemente o uso de palavrão falam palavrão, às vezes até sem querer. Você acha que o pastor crente não solta um “bosta” quando tropeça e deixa a sua bíblia cair de debaixo do braço? Acha que as testemunhas de Jeová não xingam nossas mães quando deixamos eles completamente no vácuo (ou até xingamos eles com palavrões mesmo)? Sim, eles dizem palavrão! Vocês acham que sou surdo? Tô de olho em vocês, hein?

 

OTÁRIOS!

Enfim, você deve estar se perguntando (ou não) qual é o intuito desse post. Não tem intuito nenhum, só postei porque deu na telha, e queria mostrar que palavrão não é nenhum crime, nem coisa de outro mundo.

E chego assim, ao fim de mais um post! Espero que você tenha gostado. Se não gostou, mais uma vez foda-se.

PS: Dessa vez, o meu próximo post vai ser digitado realmente em Viçosa, e muito provavelmente vai ser sobre o meu trote épico.

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Trip to Conception of the Bar

24 01 2011

Olá você que gosta de viajar com a família nas férias. Olá você que também não gosta.

E aí.

Nesse post vou falar de uma das viagens de férias que mais me marcou (não, não foi uma viagem à savana africana que me deixou cheio de cicatrizes), foi uma viagem pra Conceição da Barra (guarde esse nome e NUNCA vá pra lá). Antes de relatar isso, eu quero amaldiçoar a pessoa que recomendou essa porcaria de lugar à minha mãe, e mais 4 gerações da família dela. Não, eu não sei quem foi, mas se eu descobrir, juro que queimarei a casa da maldita pessoa e jogarei sal na terra para que ela seja forever infértil.

Conceição da Barra é uma cidade litorânea que fica, mais ou menos na divisa da Bahia com Espírito Santo. Disseram que o lugar era lindo e foda. Volte à parte em que eu amaldiçôo a pessoa que recomendou essa bosta de lugar pra minha mãe. Estavamos numa expectativa do caralho pra essa viagem, mesmo comigo odiando ir à praia.

 

Sim, essa porra aí é a cidade toda

A viagem já começou mal. Um casal de amigos da minha mãe viajou antes de nós e ficou hospedado no mesmo hotel em que ficaríamos. Saímos de Alvinópolis e a viagem era pra durar mais ou menos 12 horas. Não foi o que rolou.

Meu pai (que já tinha se informado do caminho e imprimido os mapinhas no Google Maps) conseguiu se perder dentro do sertão [?] do Espírito Santo, que era formado por milhares de cidadezinhas idênticas. E com um atraso de umas 3 horas e meia, chegamos no hotel. O hotel se chamava “Hotel Praia da Barra”, e eu duvido que o inferno seja muito pior que esse lugar.

A propaganda do Hotel era a seguinte: “São 50 apartamentos de luxo, com varanda e rede, com vista para os jardins e frente para o mar. Completos com ar condicionado, tv à cores, frigobar e telefone além de Internet Wireless (Sem Fio).

IT'S A LIE!

Sim, o apartamento tinha tudo isso (menos a varanda de merda). Ar condicionado empoeirado que não mudou em NADA o ambiente, vista pro mar com marimbondos na janela e morcegos para complementar a vista, TV à cores com 3 canais (2 evangélicos, o outro era Band), frigobar com ambiente melhor que o do quarto e cheio de formigas, telefone estragado e internet não funcional.

Após dormirmos às 4 horas da manhã, acordei com 15 novas deformações na coluna e desci pra tomar o café com a galera. Após esperarmos um dos empregados do hotel comprar o pão (SIM, ISSO REALMENTE ACONTECEU), comemos um dos melhores cafés da manhã da nossa vida, que incluia bolo esfarelado, suco de rosa e suco de amarelo, além de pão dormido de excelente qualidade, que foi servido com manteiga rançosa e 3 fatias de mussarela e presunto pra umas 12 pessoas.

Lies, damn lies.

Como todos (eu, meu pai, minha mãe e meu irmão, além dos outros dois casais, um deles com 2 rebentos) ficaram putos pra caralho decepcionados com a má qualidade dos serviços prestados pelo hotel, decidimos cancelar as reservas que tinhamos feito e procurar um outro lugar pra se fuder menos tentar aproveitar o resto da viagem. Arrumamos nossas sacolinhas com marmitas e roupas embrulhadas em papel de presente para uso único bagagens e partimos pra procurar um novo hotel.

Após descobrir que essa cidadezinha decrépita não tinha mais nenhum lugar decente para nos hospedarmos, descobrimos que tinha uma cidade igualzinha parecida com Conceição da Barra nos arredores (Guriri) e tentamos nossa sorte com um dos hotéis de lá, que se provou muito bom, o completo oposto do outro. Não vou falar o nome desse hotel pra não fazer propaganda. ;D

O lugar tinha uma piscina maneira (e mais importante, eu dava pé nela), as refeições eram bem decentes, o staff era agradável com os hóspedes e a internet funcionava! Usando a wi-fi de lá, consegui “acompanhar” a briga da menina de que eu gostava na época com a melhor amiga dela, haha (old, but not so good times).

O resto da viagem correu às mil maravilhas, exceto pelo fato de que um dos filhos do outro casal passou mal, mas no outro dia o carinha já tava ótimo. Comi sushi, fiz castelo de areia (que na verdade era uma fortaleza, com um calabouço inclusive), joguei areia no meu irmão e tomei inúmeros caldos no mar.

Enfim, não foi uma viagem totalmente negativa. Apesar de não ter nem avistado nenhuma menina bonita/gostosa lá, o lugar é bonito, as praias eram limpas (inclusive eram protegidas pelo e tal) e o clima tava bom. Ficamos alguns dias lá e voltamos para esse meu pedaço de fim do mundo que amo muito.

Bom galera, é isso! Se você gostou, deixe um comentário. Se não gostou, deixe um comentário também, de preferência falando do que você não gostou. Até mais, ser humano!

Fotos do hotel retirados do site do mesmo: http://www.hotelpraiadabarra.com.br/ (entrem e chinguem!)

PS: Ainda tenho que arrumar o layout e arranjar um banner pra essa coisa, mas por enquanto vou levando nesse meu improviso de blog mesmo.





Saudações, terráqueo!

22 01 2011

Olá você que está se afogando de ócio. Se você veio parar aqui, provavelmente é porque eu te pedi pra acessar o meu blog. Você deve estar pensando: “puta merda, esse degenerado de merda verme maldito cara vai fazer OUTRO blog?” SIM, vou fazer mais um blog.

É até meio estranho eu decidir começar com um blog esse ano, já que vou estar enterrado até o pescoço com obrigações escolares. Escola nova, cidade nova (não canso de dizer isso, quem conhece pessoalmente já tá até enjoado) , vai ser foda.

Pra quem não sabe, esse ano eu, natural de Alvinópolis, Minas Gerais estou de mudança pra Viçosa (MG também) porque passei numa escola federal de lá, bem famosa por essas “bandas”: o tal do Coluni. É uma escola de ensino médio que, pelo que eu sei, pertence à UFV (Universidade Federal de Viçosa) e tem um ensino fodástico pelo que ouvi.

Essa parada aí mesmo.

Na minha escola, só eu e mais um primata fizemos a prova, e só eu passei. Eu acho que se mais gente tentasse, eu conheceria mais gente na minha futura escola. Aparentemente, a maioria das pessoas da minha sala tem tanto medo de falhar num exame de admissão que nem tenta. Tem gente lá que se fizesse a prova, eu creio que poderia tirar uma nota maior que a minha (que já não foi grande coisa, já que fiquei peguei a 126ª vaga em 150).

Tenho certeza que no comecinho das aulas (leia, primeira semana) vou me fuder legal. É a primeira vez que eu mudo de círculo social, pois desde o jardim de infância eu convivo com as mesmas pessoas. Eu só tenho uma certeza: não vou pegar ninguém. Se num círculo social já formado, com que sou familiarizado com as pessoas que o compõem, eu não pego ninguém, você acha mesmo que terei alguma sorte com gente estranha? Eu, hein.

Além disso, nos primeiros dias, tem o famigerado e temido TROTE. Se você não sabe o que é um trote, você é burro pra caralho vou falar disso em um futuro post, após ter sofrido o meu. COM FOTOS!

Previsão do meu futuro.

Até mais, espero que tenha gostado. Se não gostou, foda-se.